ACORDE, NÃO FIQUE DOENTE!

 

Alguém já parou para pensar que os relacionamentos entre as pessoas estão sendo feitos principalmente através dos celulares? As pessoas já não conversam pessoalmente, preferem as pequenas mensagens passadas pelos celulares. A tecnologia está capturando a atenção e interrompendo as conexões entre elas e isolando-as.

            Os adolescentes são os que sofreram mais a influência das comunicações do tipo telegráfico, que não têm a propriedade de transmitir os sentimentos, e têm contribuído para má interpretações do que eles querem dizer e até contribuído para o fim de muitas amizades, dependendo apenas da interpretação de quem as recebe. Se atingirem o “dodói” pode complicar e ainda há outro problema: a rede de amizades logo espalha a “notícia” aos quatro cantos da Internet. Portanto, tais comunicações expõem muito tanto os jovens como alguns adultos que adotaram o celular como meio de comunicação.

            Crianças, adolescentes e adultos estão vivendo numa nova realidade, conectados às máquinas. Vivendo menos horas com as pessoas as crianças estão ficando despreparadas, relacionando-se apenas através da telinha. Podem ter muita habilidade no manuseio dos teclados, mas são muito desajeitadas quando se colocam num relacionamento nos quais entram o comportamento humano.

            É pelo celular que os adolescentes informam aos amigos o que estão fazendo, onde estão e assim não aproveitam o momento que estão vivendo: um show, um jantar ou uma paquera. Enquanto estão ocupados em transmitir  a   imagem do local onde estão e os comentários sobre o que estão fazendo, perdem detalhes do que se passa ao seu redor.

            As capacidades cognitivas podem estar sendo adquiridas, mas as horas passadas diante da tela do computador ou do celular podem levar seus usuários a um déficit social e emocional. Inclusive podem vir a ter dificuldades para escrever nosso idioma, porque têm o hábito de abreviar as palavras. Há um empobrecimento da atenção e uma tendência ao vício (jogos) tanto entre os jovens como entre crianças e adultos, e quando se fala em vício, podemos pensar em termos de  adoecimento psicológico. O adoecimento está também  na dificuldade de concentrar a atenção em algum assunto, seja trabalho, estudo ou qualquer outro, porque o desejo imediato à tentativa de concentração é a  curiosidade de ver as novidades no celular. Isso impede a concentração da atenção e atrapalha trabalhos, estudos ou qualquer outra atividade.

C pobreza da atenção e a outras dificuldades.

 Precisamos acordar! Acorde amigo, não se vicie, não adoeça!

Tags: adoecimento, celulares, computador, déficit social, nova realidade , vício

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